1951

Meu nome completo: Francisco José Alonso Vellozo Azevedo.

Nasci em 23 de fevereiro de 1951, na cidade do Rio de Janeiro. Com duas irmãs mais velhas e dois irmãos mais novos, sou o terceiro dos cinco filhos de Orlando Azevedo e Maria do Carmo Vellozo Azevedo. Portanto, o primeiro filho homem. Pelo lado paterno, nada de especial – homens sempre foram a maioria na família. Mas pelo lado materno, meu nascimento foi bastante festejado – antes de mim, várias gerações só de mulheres; homens, apenas os maridos. Papai contava que sofreu muita gozação dos irmãos por causa disso. Todos apostavam que ele só seria capaz de fazer meninas: diziam que era sina da família de mamãe. Pelo que sei, papai não se importava com a brincadeira. Riu por último, riu melhor. Afinal, somos duas mulheres e três homens. A tal sina, se é que existia, foi desfeita.

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Primeira fotografia: poucas horas depois do nascimento, com minha mãe, na Casa de Saúde São José.

 

1966
Por meio de amoroso acerto familiar e pela generosidade de meus pais, fui criado e formado por minha avó materna. Para mim, uma bênção, uma dádiva: nosso cotidiano, nossas conversas intermináveis, nossos medos confessados, nossa cumplicidade. Ela e sua sabedoria, sua paciência, seu senso de justiça. Eu e meus questionamentos, minhas inquietações, minhas opiniões radicais. Em 1966, viajamos pela Europa. Quatro meses de muito aprendizado e belas descobertas. Moramos juntos desde que nasci até o dia de sua morte, em 26 de janeiro de 1974. Em novembro do mesmo ano, já como diplomata, saí do Rio de Janeiro para viver em Brasília e depois no exterior. Quis, assim, o destino, que minha avó se despedisse de mim antes que eu a deixasse. Em sua súbita partida, vi novamente uma bênção, uma dádiva. Apesar da dor.
cronica
Na crônica que escrevi para o jornal “Pernambuco” – em novembro de 2012, por ocasião de minha participação na Fliporto (Festa Literária de Pernambuco) – conto como fui apresentado à obra de Gabriel García Márquez naqueles meus meses de luto.

 

1967-1968
OEA
Em solenidade no Palácio da Cultura do Rio de Janeiro, recebi, pelas mãos da jornalista Eneida de Moraes, o “Prêmio Diário de Notícias – Estudantes do Ano” e o “Prêmio Esso”, pela vitória que obtive no concurso promovido pela Fundação Pan–Americana e Secretaria Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA) sob o tema, “A Aliança para o Progresso, Desenvolvimento Econômico e Social – um Desafio à Juventude”.
cronica
Por ter sido a primeira, essa pequena notícia da revista Manchette tem para mim valor histórico e afetivo. Na foto que a ilustra, está o escritor e historiador Francisco de Assis Barbosa, da Academia Brasileira de Letras, que se tornou amigo e mestre, figura essencial nesses meus primeiros passos.

 

1969

Primeiro lugar entre 1.435 concorrentes, fui premiado com uma bolsa de estudos para os Estados Unidos, no concurso “Jovem Embaixador – A missão da juventude no mundo de hoje”, promovido pelo Jornal dos Sports e pelo Experiment in International Living. Numa etapa inicial, a comissão julgadora, formada por jornalistas brasileiros e norte-americanos, selecionou os 50 melhores trabalhos. Destes, saíram os dez finalistas que foram chamados à sede do jornal para escrever, lá mesmo, uma redação sobre tema sorteado na hora. Os autores dos quatro melhores textos ainda tiveram de ser entrevistados, em inglês, para que a comissão julgadora anunciasse, finalmente, o nome do vencedor.

Reportagem

Durante minha permanência nos Estados Unidos, a pedido do Jornal dos Sports, escrevo pequenos artigos para compor uma reportagem sobre o país e a juventude norte-americana. Essas notas de viagem refletem as mesmas preocupações demonstradas em minha redação para o concurso: a vontade de aprender sobre diferentes povos e culturas e de buscar pontos de afinidade e diálogo entre os incontáveis modos de viver e sentir.

Em junho do mesmo ano, fui um dos dez finalistas, na categoria moderna, do I Festival da Poesia na Guanabara. Era a época dos festivais. O público comparecia e participava com entusiasmo. A apresentação dos candidatos aconteceu no palco do teatro João Caetano em noite de plateia lotada. Com o “Poema do fim do mundo”, ganhei o segundo lugar pela votação do júri, que teve o embaixador Paschoal Carlos Magno como presidente.

 

1973
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Aula de Economia no Instituto Rio Branco com o professor Raphael Valentino Sobrinho

No ano de minha formatura em Direito, pela Faculdade Cândido Mendes, fui também aprovado no concurso para o Instituto Rio-Branco. Havia 30 vagas para mais de 700 candidatos. Ainda assim, apenas 19 foram preenchidas. Na infância, uma notícia de jornal me fez querer ser diplomata por covardia.

 

1974

Mudo-me para Brasília. Começo a trabalhar no Ministério das Relações Exteriores. Como diplomata, minha experiência foi bastante diversificada. Servi no Consulado-Geral do Brasil, em Nova York e na Missão do Brasil junto à O.E.A., em Washington. Exerci funções nas áreas de política bilateral e multilateral. Atuei também no cerimonial, e ainda nos setores consular e de administração. Como correio diplomático, estive em vários países da América Latina, Europa e África. Coleciono várias histórias e boas lembranças do meu tempo de Itamaraty. No Senegal, por exemplo, tive o prazer de conhecer o embaixador e poeta João Cabral de Melo Netto. Do encontro, guardo uma bela cena, um desapontamento e uma inesperada alegria.

 

1978

Em 20 de setembro, pela editora Escopo, com ilustrações do embaixador Augusto Estellita Lins, publico meu livro de estreia, Contra os Moinhos de Vento – coletânea de poesias e prosas poéticas escritas entre 1975 e 1978. Morando em Brasília e diplomata ainda em começo de carreira, fico surpreso com o número de colegas e amigos que prestigiam o lançamento.

escrevendo
Por causa de “Contra os Moinhos de Vento”, conheci Antonio Houaiss, um “Quixote” que, por suas ideias, sofreu discriminações na carreira diplomática e teve seus direitos políticos cassados. Mas que, apesar de tudo, se dizia incapaz de ódios e ressentimentos. Um gastrônomo perfeccionista que me ensinou a valorizar o sabor das palavras e a temperá-las com responsabilidade – porque a língua escrita, ele insistia, é que permite a humanidade produzir todas as ciências, todas as grandes artes, todas as formas de cultura para se aprimorar e evoluir. Assim, uma carta de meu querido Antonio Houaiss vira prefácio e resulta em outra, que compõe o primeiro capítulo de nossa história. Às vezes, releio as cartas do professor. A que mais me emociona traz o registro de nascimento de nossa amizade. Palavras de afeto – impressas no papel – que me são encorajamento para perseverar no ofício de escrever.

 

1981

Morava em Washington, quando decidi deixar a carreira diplomática. Não tinha ideia do que iria fazer. Sabia apenas que aquela rotina já não me felicitava nem me satisfazia a curiosidade. A consciência de que a vida é um estalar de dedos me deu atrevimento para mudar de rumo e me aventurar em algo novo. O mais difícil foi abrir mão do convívio com os muitos amigos na Casa. Ponderei comigo mesmo que, ainda que permanecesse no Itamaraty, nossas constantes mudanças de posto iriam obrigatoriamente nos separar. Fora da carreira, teria até mais liberdade para estar com eles.

1981 - Abraço de despedida

O embaixador Alarico Silveira Júnior me abraça depois do meu discurso de despedida

Nesse momento de ruptura, a música que me marca: Urgent, do Foreigner. E três leituras me inspiram: Walden, de Henry Thoreau, The razor’s edge, de Somerset Maugham e The dharma Bums, de Jack Kerouac – os livros me são dados de presente por colegas de posto que confiam na minha decisão e torcem por mim. Tudo vai muito rápido. O ofício com o pedido de agregação, assinado pelo chefe do posto, embaixador Alarico da Silveira Junior, segue para a Secretaria de Estado no dia 7 de julho. No primeiro fim de semana, estou em Nova York comemorando com amigos. E já no sábado, dia 11, conheço minha mulher Edvane – companheira e cúmplice desde o início. É tempo de recomeço e de libertação: o Bom Tempo sonhado por mim em Contra os Moinhos de Vento.

 

1982
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Começo a escrever roteiros para documentários, videos institucionais, comerciais de televisão e multimídias, tendo realizado mais de 250 produções. Sempre acreditei que, também em trabalhos publicitários, a poesia deve estar presente. Escrevendo para diferentes plateias, sobre os temas mais variados, consegui desenvolver essa linguagem pessoal. Com ela, fiz meu nome, ganhei amigos e clientes importantes. Vocês e eu: primeira pessoa do plural, texto de locução escrito para um institucional da Petrobras, é exemplo dessa forma de comunicação poética. Pela locução feminina, a empresa passa a ter voz, fala diretamente aos empregados e se humaniza.

Também começo a produzir textos em prosa poética para catálogos e apresentações de obras de arte, para painéis de exposições em museus e para grandes eventos empresariais.
Países e Pessoas, por exemplo, foi escrito, em 1997, para ser lido na abertura da cerimônia comemorativa dos 20 anos do SEGEN – Setor de Engenharia da Petrobras.

1984
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Em março, pela editora Paz & Terra, lanço A Casa dos Arcos – nome pelo qual também é conhecido o palácio do Itamaraty. O livro reúne poemas e textos do período em que residi em Washington, Nova York e Rio de Janeiro. Na revista Veja, sai a primeira crítica.

 

Grande parte dos poemas que constam de A Casa dos Arcos foram escritos no Rio de Janeiro, em um apartamentinho alugado na rua Vinícius de Moraes, 204. No livro, há uma homenagem ao poeta boêmio, que conheci em Brasília, em noite de festa. Por causa de um “coitado”, dirigido a mim, o breve momento me marcou.

 

1986
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Novos ventos me levam para o interior do estado do Rio de Janeiro. Mais precisamente, para a fazenda Santo Antonio da União, que se tornará cenário principal de O arroz de Palma. Os diários que escrevo nesses quatro anos vividos no campo me dão informações preciosas para a elaboração do romance e de seus personagens.

 

1992
Vista da Av. Atlântica, no Rio
Participo do I Workshop para Diretores, no Sótão do teatro João Caetano, com a adaptação de A cadeira de Balanço, de Samuel Beckett. Conheço a diretora Ticiana Studart e começo a escrever peças de teatro. Época bastante movimentada: durante 11 anos, alugo um apartamento na avenida Atlântica 1866, endereço de artistas que, pela animação de seus moradores, ficou conhecido como “A Prédia”. No meu romance Doce Gabito, o personagem Júlio Tavares mora exatamente no apartamento que eu alugava.

 

1994
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Casa de Prostituição Anaïs Nin, peça inspirada na vida e na obra da escritora francesa, marca minha estreia como dramaturgo. Dirigida por Ticiana Studart, a peça fica nove meses em cartaz, nos teatros João Caetano e Cândido Mendes, no Rio de Janeiro. Depois de escrever o texto, o que mais me marca nessa primeira experiência com o teatro é poder acompanhar os ensaios, ver cada personagem sair do papel para ganhar vida no palco. Como autor e como criança, fico fascinado pelo processo de criação do espetáculo: a generosidade e entrega dos atores, a concepção do cenário, a montagem da luz, a escolha do figurino, a dedicação dos técnicos, o corre-corre de quem produz. E, é claro, o olhar acurado da direção, que traz elementos novos e impensados para a compreensão da trama. Tudo envolve, tudo encanta, tudo ensina. E de repente, feito passe de mágica, toca o terceiro sinal. O coração bate forte. Abrem-se as cortinas!

 

Escrevo o texto de Ressurreição Brasil, vencedor do Festival Nacional de Curta-Metragens, da CNBB. Além do prêmio, o filme ganha elogios do presidente da República, Itamar Franco, em carta destinada ao diretor Marcelo Taranto. Crio o poema em cima das imagens já editadas. Inspirado pelo que vejo na tela, com cronômetro na mão, vou elaborando a fala que será, posteriormente, inserida com locução em off da atriz Esther Góes. O filme é uma homenagem a Chico Mendes e a todos os brasileiros vítimas da violência e do descaso.

 

1997
Coração na Boca (1997)
Em agosto, Coração na Boca, comédia dramática, estreia no Teatro Nelson Rodrigues, no Rio de Janeiro. A peça foi escrita em 1996, ano dos mais difíceis para mim, quando perdi meu pai e, em menos de dois meses, minha mãe. Durante esse tempo de dor e luto, escrever sobre três jovens apaixonados foi a saída que encontrei para transformar meu sentimento de tristeza em algo positivo que me trouxesse alguma felicidade.

 

 

1998
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Minhas duas peças seguem juntas para temporada no Teatro Hilton de São Paulo: Casa de Anaïs Nin é recomendada na seleção de espetáculos da revista Bravo e “Coração na Boca”, no mesmo ano, é convidada a representar o Brasil nos festivais internacionais de Miami e Caracas, e a participar do Festival Porto Alegre em Cena. Coração na Boca também se apresenta em Brasília, no Teatro Nacional, e em São Luiz, no Teatro Arthur Azevedo.

 

1999-2000
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Em 1999, sou homenageado pela Yale University, por ocasião da entrega dos Bildner Prizes in Latin American Languages and Literature. No ano seguinte, volto como conferencista convidado, para o evento Staging Brazilian and Portuguese Theater. A peça Three of Hearts (Coração na Boca) foi apresentada no William Harkness Hall, por atores da Drama School.

 

2002-2003

Assino o texto e a direção de Unha e Carne. A peça, que estreou com sucesso no Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro, foi apresentada em todas as capitais do Nordeste, Brasília, Porto Alegre e interior de São Paulo.

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Cenário de Fernando Melo para “Unha e Carne”, casa de Maria, Ato I

 

 

2006
OEA
Moro em Buenos Aires, onde escrevo a maior parte de O arroz de Palma. No Consulado-Geral do Brasil, caso-me com Edvane do Carmo Cabral, em 11 de julho, dia em que completamos 25 anos juntos. Na igreja de N.S. do Pilar, em hora de silêncio e nenhum movimento, trocamos nossas alianças. Em meu segundo romance, Doce Gabito, homenageio a bela e querida capital portenha, que tanto me inspirou e felicitou.

 

2007
Outeiro da Glória
Um estúdio que dá para o outeiro da Glória, para um Rio antigo e calmo, de velho casario e ruas de paralelepípedos: aqui, a partir de agora, meu novo canto. Lugar de leituras, estudos e trabalho. Lugar de boa conversa com as amizades mais queridas que me vêm visitar – como a sonhadora Gabriela Garcia Marques, personagem de Doce Gabito, que um dia me procurou para que eu transformasse seus diários em romance. Deu certo, nos tornamos grandes amigos. Volta e meia ela me chega de surpresa. Uma figura!

 

2008
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O Arroz de Palma, lançado pela editora Record, em 11 de novembro, e selecionado como um dos 10 finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura 2009, marca minha estreia como romancista. A poesia – presente em minhas peças de teatro e até em filmes institucionais feitos por encomenda – me acompanha agora no texto em prosa. Definitivamente, é ela que me insufla o gosto pela escrita, é ela que me dá forma e acabamento, é ela que, enfim, me faz perseverar no sonho de conciliar meus contrários – peleja cotidiana que vem da adolescência. .

 

2009

Concluo o roteiro do longa-metragem, Ponto Final, filme dirigido por Marcelo Taranto, adaptação de Tudo Passageiro – texto inédito para teatro, que escrevi em 1995.

Com Othon Bastos
Na foto, feita durante as filmagens, revejo uma das falas do ator Othon Bastos.

 

2012

Em 6 de março, aniversário de Gabriel García Márquez, lanço, pela editora Record, meu segundo romance, Doce Gabito, história em que o escritor colombiano também é protagonista. Logo no início, uma advertência: Cuidado, ficção é verdade – mundo real que nasce pelas mãos do escritor. Personagem tem vida própria. Com suas falas e atitudes, pode ser boa ou má companhia. Pode nos influenciar os pensamentos e os atos tanto quanto nosso mais íntimo amigo. Como qualquer um de nós, interfere no andamento do universo. O livro é dedicado ao leitor que, comigo, se aventura no desconhecido e se dispõe a participar do mistério da criação.

Lançamento de "O Doce Gabito" no Rio de Janeiro

 

Em novembro, participo da Fliporto (Festa Literária de Pernambuco) como autor convidado. No auditório da Faculdade de Olinda, o escritor espanhol Ignacio del Valle, a escritora Luize Valente e eu, com mediação de Rui Couceiro, da Porto Editora, discutimos o tema: “Literatura é documento? Histórias e personagens muito além da história.”

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Programa “Globo News Literatura”, maio de 2012

 

2013

Nos mais vendidos, Doce Gabito aparece nas livrarias ao lado de O arroz de Palma – que, no Brasil, chega à oitava edição e, no exterior, já com venda de direitos para Alemanha, Itália, Estados Unidos, Espanha, Catalunha, Noruega, Suécia, Holanda, Sérvia, Portugal e França.

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“Doce Gabito” e “O arroz de Palma” entre os mais vendidos

 

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De 29 de maio a 2 de junho, participo do Fórum das Letras de Ouro Preto. O painel, composto também pelos escritores Antônio Torres e Adilson Xavier, abordou o tema “Literatura em cena: gente, histórias e cidades” e contou com a mediação da professora Ana Bulhões.

 

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Em 21 de agosto, O arroz de Palma é tema de palestra e discutido pela Sociedade Psicanalítica do Rio de Janeiro – SPRJ

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  **À convite do SESC, conversa com o autor e lançamento dos romances O arroz de Palma e Doce Gabito
em São Paulo e Belo Horizonte.

Lançamento em Portugal

Em 25 de outubro de 2013, sou convidado pela Porto Editora para o lançamento de “O arroz de Palma”, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, Portugal.

Em 25 de outubro de 2013, sou convidado pela Porto Editora para o lançamento de "O arroz de Palma", na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, Portugal
Galeria de fotos do lançamento de “O arroz de Palma” em Portugal

 

2014

Em 24 de junho de 2014, “O arroz de Palma” (“Once upon a time in Rio”) é lançado nos Estados Unidos pela Atria Simon & Schuster.

Com Johanna Castillo, vice-presidente e editora executiva da Atria, Simon&Schuster, em Nova York.

Com Johanna Castillo, vice-presidente e editora executiva da Atria, Simon&Schuster, em Nova York.

 

 

2015

A editora Record lança a edição comemorativa de “O arroz de Palma” para celebrar a marca de 50.000 exemplares vendidos. Dentro, há um encarte colorido com as capas das edições estrangeiras. Graças à constante divulgação dos leitores, o romance já é considerado um “long-seller”, com vendas contínuas e crescentes.

capa da edição comemorativa de O arroz de Palma

 

No dia 27 de junho, em evento realizado durante a “American Library Association Conference”, na cidade de São Francisco, “Once Upon a Time in Rio” ganha o “International Latino Book Awards”, o maior prêmio literário e cultural latino dos Estados Unidos.

capa da edição comemorativa de O arroz de Palma